domingo, 5 de agosto de 2018

Nada em mim foi covarde.
Me recuso a perder grandes momentos por medo do que quer que seja.
Meu coração e minha alma são tão sinceras que me dão náuseas.
Sou ridiculamente minha. Amo intensamente cada naco de vida que me sobra.
Minhas escolhas me causam dor,  angústias e decepções. Tudo bem. Abraço e acolho cada uma delas, porque ser excepcional faz parte de mim.
Não aceito ser medíocre. Tudo tem que ser por inteiro: abraço, beijo, aperto de mão, pensamento.
Vida.
Tudo de mim em todos os momentos. Nada menos. Eu por inteira.
Sempre verdadeira. Meu olhar não mente.
Se quiser chorar, choro. Se quiser rir, rio. Se quiser mandar pro caralho, mando.
Não me apego a essas convenções sociais, que transformam espíritos de luz em pequenas velas presas em castiçais.
A vida é o que você faz dela.
Estrelas nunca caberão nos quadrados medíocres do mundo.
Eu voo sem asas, sonho sem dormir. Se cair, caio de pé.
Sei que vou me quebrar em mil pedaços por ser assim. Sei que serei quebrada também. Tudo bem.
Serei o sol nos dias nublados de tristeza. Continuarei a viver com o coração em vez da cabeça. Serei a voz que grita contra os limites do corpo.
Sou livre.
E, olha... tudo bem não estar bem o tempo todo.
Isso também vai passar.
Attraversiamo.


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