Eu, espírito encarcerado dentro deste naco decadente de carne
Neste momento sombrio vislumbro o pouco que posso
Contesto cada dia menos o que me resta
Um pássaro canta lá fora, ouço bem seu grito
Ruído sem sentido, parece chorar com o raiar do dia
Respiro o ar frio que entra pela fresta da janela embaçada por dentro
Ando, tal qual animal enjaulado, de um lado para o outro, sem rumo
Limites bem definidos por paredes brancas e móveis decadentes.
Antes tão forte, tão vívida, tão desperta
Dia após dia apenas sigo, vazia,
Ansiosa pelo nada, vida tão breve, sonhos caídos pelo chão.
Neste momento sombrio vislumbro o pouco que posso
Contesto cada dia menos o que me resta
Um pássaro canta lá fora, ouço bem seu grito
Ruído sem sentido, parece chorar com o raiar do dia
Respiro o ar frio que entra pela fresta da janela embaçada por dentro
Ando, tal qual animal enjaulado, de um lado para o outro, sem rumo
Limites bem definidos por paredes brancas e móveis decadentes.
Antes tão forte, tão vívida, tão desperta
Dia após dia apenas sigo, vazia,
Ansiosa pelo nada, vida tão breve, sonhos caídos pelo chão.
Encurralada.

Nenhum comentário:
Postar um comentário